Um tribunal federal nos EUA emitiu sentenças em um caso de exportação ilegal de produtos e tecnologias americanas para a Rússia através de uma rede de rotas de trânsito e destinatários fictícios. No centro da investigação estava a Eleview International Inc. — uma empresa de expedição da Virgínia que operava no modelo de e-commerce: compradores russos faziam pedidos de produtos de lojas online americanas através do site da Eleview, após o que os pacotes eram reunidos em um armazém em Chantilly (Virgínia), consolidados e enviados para o exterior.
Segundo a acusação, após o endurecimento do regime de exportação dos EUA em relação à Rússia no contexto da escalada da guerra na Ucrânia em fevereiro de 2022, os envolvidos reorganizaram a logística para ocultar o destinatário final e a direção real das remessas. O esquema, segundo as autoridades, baseava-se no trânsito por países terceiros, informações fictícias sobre o usuário final (end user), além do envolvimento de outros expedidores como intermediários, aos quais eram fornecidos dados distorcidos para o processamento das remessas.
As sentenças foram proferidas no caso de conspiração para violar o Export Control Reform Act (ECRA). Detalhes oficiais sobre os episódios e rotas são apresentados na mensagem referenciada pela publicação do setor CDL Life.
O tribunal considerou culpados a empresa e duas pessoas físicas ligadas às suas operações:
Eleview International Inc. recebeu uma multa de $125 mil e três anos de liberdade condicional.
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Oleg Nayandin (54 anos, Fairfax, Virgínia), proprietário do negócio, foi condenado a três anos de prisão.
Vitaliy Borisenko (39 anos, Vienna, Virgínia), funcionário sênior da empresa, recebeu um ano de prisão.
Na investigação, segundo a acusação, participaram o Bureau of Industry and Security (BIS) do Departamento de Comércio dos EUA e o Homeland Security Investigations (HSI). O foco não era apenas a exportação real de produtos, mas também a forma de mascarar a direção das remessas através de uma cadeia de intermediários e a




